| título | Ana C. |
| ano | 2025 |
| descrição | Performance |
| dimensões | 3'19'' |
| mais infos | Performance “Ana C” com Esther Barki, Otavio Avancini e Pedro Rahal Inspirada na potência linguística dos letreiros populares às margens da BR-040, Monica Barki coletou palavras como imagens, através de fotografias. As expressões “caldo de cana”, “coco gelado” e “bolinho de aipim” tiveram suas sílabas reconfiguradas a partir de um jogo, que gerou uma sintaxe própria, dando origem a inúmeros trabalhos. A partir do exercício de criar trocadilhos, surgiu a personagem Ana C., uma mulher de volúpia indomável. Na performance ela é trazida à cena por dois homens que usam um rolo longo de atadura para amarrá-la a uma cadeira. Nessa atadura está impresso um poema que conta a história de sua vida, em letras grandes e grosseiras. À medida que Ana é amarrada, sua história é lida e relida pelo espectador. No final, presa na cadeira, ela torna-se um objeto mumificado indeterminado. Neste trabalho, como em outros, Monica aborda o universo feminino, o desejo de libertação em diversos âmbitos e a violência de sua repressão, desde a agressão física, até o mais subjetivo cerceamento; travando embate com o machismo ainda vigente no mundo atual. |